Fundador jornalista Jerffeson de Miranda em 10 de janeiro de 2018

Cidadão Repórter

(93)91472925
Santarém(PA), Quinta-Feira, 26 de Maio de 2022 - 13:28
18/01/2022 as 09:43 | Por Redação |
Fim dos Tempos - Advogado mata a própria mãe, em Belém
Acusado foi levado para a Divisão de Homicídio da Polícia Civil
Fotografo: Reprodução
Assassinato aconteceu na madrugada desta terça-feira (18), no bairro Batista Campos

Arlene Giuvin da Silva foi morta com golpes de faca pelo seu próprio filho (Felipe Giuni Bahia) na madrugada desta terça-feira, 18, mais precisamente por volta das 6 horas, em um prédio (Edifício Villa Del Flore) localizado na Avenida Serzedelo Correa e travessa Doutor Moraes, no bairro da Batista Campos, em Belém.  

 

A Polícia Militar (PM) foi acionada e isolou a área para o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC) realizar a remoção do corpo.  

 

A Polícia Civil (PC) acredita que o adovgado Felipe Giuni Bahia matou a mãe, Arlene Giuvin da Silva, a facadas após uma discussão banal, sobre a forma como um pão deveria ser colocado na mesa. De acordo com a PC, a Felipe teria se irritado com a forma como a mãe respondeu. 

Mãe e filho iniciaram uma discussão que resultou na morte de Arlene. O advogado foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio. Ainda segundo a polícia, os agentes de segurança pública foram acionados via CIOP e, ao chegarem ao local, o homem se entregou e confessou o crime.

Advogado matou mãe a facadas após discussão por causa de pão no café da manhã - Crédito: Reprodução/ Redes sociais

REMÉDIO PODE TER CAUSADO SURTO PSICÓTICO DE ADVOGADO QUE MATOU A MÃE, DIZ POLÍCIA 

O homem identificado como Leonardo Felipe Giugni Bahia, que matou a própria mãe, Arlene Giugni da Silva, no bairro de Batista Campos, em Belém, não tinha histórico de comportamentos violentos. Uma das linhas de investigação da Divisão de Homicídios, está uma medicação que o advogado tomou para conter uma crise alérgica horas antes de cometer o assassinato.

O diretor da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Pará, Claudio Galeno, explicou que nos levantamentos iniciais, não há qualquer histórico ou indícios de comportamentos violentos ou agressividade. Não existe nenhuma queixa ou boletim de ocorrência contra ele, o que reforça a tese de um surto psicótico. 

"É um jovem de classe média, pacato, com trabalho, vivendo em um ambiente familiar harmônico, advogado e conhecedor de leis. Tudo indica um surto psicótico. Temos relatos de que ele teria ido a um hospital para tomar uma medicação por conta de uma alergia. Ele retornou pouco antes da discussão que teria levado ao crime", contou o delegado.

Com informações do Roma News 

 

 

 




Notícias Relacionadas





Entrar na Rede SBC Brasil