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Santarém(PA), Terça-Feira, 19 de Outubro de 2021 - 08:24
08/09/2021 as 15:48 | Por Redação | 612
Lira pede pacificação política e diz que Brasil tem compromisso 'inadiável' com urnas eletrônicas
Presidente da Câmara Federal defendeu o fim da crise institucional
Fotografo: Reprodução
Com um discurso equilibrado, Lira falou sobre os posicionamentos da Câmara e destacou a limitação dos Poderes

Um dia após as manifestações em prol do governo federal, o presidente da Câmara, Arthur Lira, discursou na plenária nesta quarta-feira, 8. Com um discurso equilibrado, Lira falou sobre os posicionamentos da Câmara e destacou a limitação dos Poderes. 

“Os Poderes têm delimitações, o tal quadrado, que deve circunscrever seu raio de atuação. Isso define respeito e harmonia. Não posso admitir questionamentos sobre decisões tomadas e superadas, como a do voto impresso. Uma vez definida, vira-se a página. Assim como também vou seguir defendendo o direito dos parlamentares à livre expressão – e a nossa prerrogativa de puni-los internamente se a Casa com sua soberania e independência entender que cruzaram a linha”, iniciou. 

Em seguida, o presidente da Câmara defendeu o fim da crise institucional. “Conversarei com todos e com todos os poderes. É hora de dar um basta a esta escalada, em um infinito looping negativo. Bravatas em redes sociais, vídeos e um eterno palanque deixaram de ser um elemento virtual e passaram a impactar o dia a dia do Brasil de verdade”, disse. 

Sobre as manifestações, Arthur Lira parabenizou os manifestantes. “Em tempo, quero aqui enaltecer a todos os brasileiros que foram às ruas de modo pacífico. Uma democracia vibrante se faz assim: com participação popular e liberdade e respeito à opinião do outro”, afirmou. 

Por fim, o deputado declarou que a Câmara se propõe a “pacificar” a crise entre o Judiciário e o Executivo federal. “[…] Para que hoje a gente possa se colocar como uma ponte de pacificação entre Judiciário e Executivo. A Câmara dos Deputados está aberta a conversas e negociações para serenarmos, para que todos possamos nos voltar ao Brasil real. A Câmara dos Deputados apresenta-se hoje como um motor de pacificação. Na discórdia, todos perdem, mas o Brasil, a nossa história tem ainda mais o que perder”, disse o deputado. 

Com informações do Pleno News 

 

 




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