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14ª fase da Operação Perfuga é denominada “Operação Cerberus”, cumpre mandatos

Quinze dias depois do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) divulgar um balanço da Operação Perfuga, na manhã desta sexta-feira, 01/11, agentes de segurança pública chegaram à Câmara Municipal de Belterra, na Região Metroplitana de Santarém (RMS).
Iniciada em agosto de 2017 pelo MPPA e Polícia Civil para combater atos de corrupção na administração pública na região oeste do Pará, a Operação Perfuga já recuperou mais de R$ 1,5 milhão aos cofres públicos.
Na manhã desta sexta-feira, a Promotoria de Justiça de Santarém e a Polícia Civil, em trabalho conjunto, deflagraram, a 14ª fase da Operação Perfuga, denominada “Operação Cerberus”, em Santarém e Belterra, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão na sede de duas empresas e residências dos sócios, e na sede e residência do presidente da Câmara Municipal de Belterra.
Foram alvos dos mandados de busca e apreensão: empresas Brasil Comércio e Serviços Ltda, de nome fantasia Brasil Serviços, e Paulo B. Alvarenga, nome fantasia Brasil Formulários, bem como os endereços residenciais dos seus sócios Paulo Bentes Alvarenga e Vanja Maria da Silva Alvarenga. Também foram alvos a Câmara Municipal de Belterra e os endereços residenciais do presidente da Câmara, Sérgio Cardoso de Campos.

Os mandados foram expedidos pelo juízo da 1ª Vara Criminal de Santarém, após pedido do Ministério Público em procedimento investigatório criminal sigiloso, instaurado em 6 de setembro de 2019, para apurar crimes contra a Lei de Licitações e a Administração Pública. As diligências foram realizadas em Belterra e Santarém, com o auxílio da Polícia Civil. As investigações continuam sob sigilo.

O nome da operação ‘Cerberus’ decorre de associação ao monstruoso cão de três cabeças, da mitologia grega, guardando assim relação das empresas Brasil Comércio e Serviços Ltda, Paulo B. Alvarenga e a Câmara Municipal de Belterra.

Fonte: Portal Santarém